Seu filho está te perguntando “Eu sou importante?” Veja como

Você já sabe que a cabeça e os sentimentos dos nossos filhos funcionam de um jeito bem diferente dos nossos, né? Mas e quando o assunto é fazer perguntas sérias, emocionais, que mexem lá no fundo… será que a abordagem é a mesma?

Mesmo ainda tendo um longo caminho de desenvolvimento físico e emocional pela frente, as crianças já vivem questões como amor, raiva, medo e importância. A diferença é que elas sentem e processam tudo isso de um jeito completamente diferente do nosso.

E é por isso que hoje eu quero te mostrar como seu filho pode estar te perguntando “eu sou importante?” Sem usar essas palavras, mas à maneira dele.

E claro, vou te explicar também como as crianças enxergam as emoções e de que forma você pode demonstrar amor de um jeito que ele realmente sinta e absorva.

Vem comigo!

Como seu filho enxerga as emoções

Cada criança é única e vive o seu próprio ritmo de evolução. O que é ótimo!

Mas, também podemos contar com a ciência que nos ajuda a identificar algumas características comuns em cada fase da infância.

E isso é essencial para que a gente consiga apoiar nossos filhos nesse processo tão particular.

Olha só:

2 a 4 anos

  • Começam a nomear algumas emoções simples: triste, bravo, feliz.
  • Não conseguem controlar ou explicar o que sentem.
  • Acham que as emoções são culpa dos outros (“Você me deixou triste”).

4 a 6 anos

  • Percebem melhor as emoções próprias e alheias, mas ainda são impulsivas.
  • Começam a entender que podem sentir várias coisas ao mesmo tempo (tipo: triste e bravo juntos).
  • Lidam com frustrações de forma dramática, porque ainda não têm muito filtro.

 6 a 8 anos

  • reconhecem emoções complexas: vergonha, orgulho, ciúmes.
  • Começam a entender que dá pra controlar o que sentem (mas nem sempre conseguem).
  • Enxergam melhor as emoções no outro, mas ainda interpretam muito pelo tom e expressão.

8 a 12 anos

  • Sabem nomear bem o que sentem e entendem suas causas.
  • Começam a ter empatia verdadeira: se colocam no lugar do outro.
  • Conseguem esconder ou disfarçar emoções quando querem.
  • Já percebem nuances, como se sentir aliviado e triste ao mesmo tempo.

Agora que você já identificou a fase do seu filho e reconheceu algumas características, chegou a hora de entender como, em cada uma delas, as crianças fazem a mesma pergunta, de jeitos diferentes: “Eu sou importante?”

É assim que perguntas profundas são feitas:

Diferente dos adultos, que costumam ser diretos e objetivos, seu filho pode perguntar se é amado e importante de um jeito muito mais sutil, assim:

1- Perguntando: “ brinca comigo”;

2- Pedindo colo;

3- Te seguem pela casa;

4- Choramingam;

5- Repetem o seu nome várias vezes durante o dia;

6- Pedem que você leia a mesma história várias vezes;

7- Implicam com o irmão.

Todas essas atitudes são formas de buscar atenção, carinho e, principalmente, resposta para aquela pergunta silenciosa. Eles só se sentem seguros e emocionalmente aliviados quando percebem isso vindo de nós, pais.

Mas aí fica a dúvida: como demonstrar amor sem atrapalhar a educação e o desenvolvimento dos nossos filhos?

Responda assim:

Presença de verdade.
Estar perto, olhar no olho, ouvir com atenção. Não é só “ficar junto”, é estar inteiro naquele momento. A criança sente quando o adulto está ali de corpo e alma.

Validar as emoções sem validar o comportamento.
Exemplo: “Eu entendo que você está bravo porque queria mais tempo no tablet. Mas gritar não é a forma de resolver.”

 Você acolhe o sentimento, mas mantém o limite.

Dizer “não” com amor.
Limite não é rejeição. Quando você recusa algo ou impõe uma regra, a criança percebe se aquilo vem do cuidado ou do autoritarismo. 

Um “não” dito com paciência vale mais que mil permissões por cansaço.

Mostrar amor nos detalhes diários.
Um bilhete na lancheira, um “tô orgulhoso de você”, uma conversa antes de dormir, ou segurar a mão na hora do medo. Essas pequenas atitudes respondem silenciosamente: “Você é importante pra mim.”

Se tem algo que prova amor e faz a criança se sentir importante, é o cuidado. E pra isso, existe uma ferramenta incrível que eu quero te apresentar.

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Grande beijo.

Michelle Bottrel

Sobre a Michelle

Neurocientista certificada no Canadá há mais de 14 anos, Michelle também é mãe do Nicholas e do Christian,especialista em educação infantil e membro do Instituto de saúde mental infantil canadense e instrutora de certificação com reconhecimento do MEC.

Nos últimos anos, Michelle Bottrel já ajudou mais de 22.954 mães e pais a criar filhos bem-sucedidos.

Michelle Viegas Bottrel Neurocientista

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