Essa é a sua chance de transformar seu filho em uma criança mais calma!

Quem nunca perdeu a paciência e sentiu aquela raiva que parece impossível de segurar? A gente sabe que bater não é a solução, mas emoções como impulsividade e frustração fazem parte da vida até para nós, adultos, que passamos anos aprendendo a lidar com elas.
Agora, imagine seu filho, que ainda está descobrindo o que sente e não tem ideia de como expressar isso de forma saudável. Como ajudá-lo a controlar essa agressividade sem causar traumas? Como evitar que ele bata nos colegas sem recorrer a punições extremas?
No blog de hoje, você vai entender de onde vem esse comportamento e o mais importante: como guiá-lo para que aprenda a lidar com as emoções da melhor forma.
Vem comigo!
Emoção e idade
Antes de descobrir por que seu filho bate nos colegas, é importante entender como ele processa as emoções em cada fase do desenvolvimento. Isso vai te ajudar a enxergar o que está acontecendo por dentro e a agir de forma mais assertiva.
Vamos lá?
De 0 a 2 anos – O turbilhão sem palavras
Os bebês sentem tudo com muita intensidade, mas ainda não sabem expressar com palavras. Por isso, choram quando estão frustrados ou fazem caretas quando estão felizes. Eles aprendem sobre emoções observando os adultos: se você sorri, ele entende que é algo bom; se você grita, ele percebe que algo está errado.
De 2 a 4 anos – Mini furacões emocionais
Aqui, as crianças começam a perceber que têm sentimentos, mas ainda não sabem controlá-los. A frustração vira choro e birra, porque o cérebro delas ainda está aprendendo a lidar com o “não”. Elas também começam a nomear emoções básicas, como “alegria” e “tristeza”, mas nem sempre conseguem explicar o que sentem direito.
De 4 a 7 anos – Começando a entender o próprio coração
Agora, a criança já reconhece mais emoções e começa a entender que os outros também sentem coisas diferentes dela. Isso significa que já pode aprender sobre empatia! Porém, ainda pode ter dificuldades em controlar impulsos e lidar com frustrações, o que pode gerar teimosia ou explosões emocionais.
De 7 a 10 anos – Pequenos filósofos emocionais
Nesse estágio, a criança já consegue identificar melhor as próprias emoções e começa a perceber sentimentos mais complexos, como vergonha, orgulho e culpa. Ela também entende melhor regras sociais e começa a se preocupar mais com o que os outros pensam. Porém, ainda pode ter dificuldades em lidar com frustrações grandes e mudanças na rotina.
De 10 anos em diante – O amadurecimento emocional
Agora, a criança começa a desenvolver maior autocontrole e a pensar antes de agir. Ela já consegue conversar sobre o que sente e entender os sentimentos dos outros. Porém, a influência dos amigos e as mudanças hormonais podem tornar essa fase emocionalmente intensa.
Agora que vocês, pais ou responsáveis, já sabem em que fase do desenvolvimento emocional seu filho está, é hora de entender de onde essa agressividade pode estar surgindo. Vamos juntos desvendar as possíveis causas desse comportamento?
Agressividade: de onde vem?
Se seu filho bate nos colegas, antes de agir, é essencial entender a raiz desse comportamento. Isso não significa que ele seja agressivo ou mal-educado, mas sim que pode estar enfrentando desafios emocionais, dificuldades para lidar com frustrações ou até expressando um pedido de ajuda. Vamos explorar algumas possíveis causas desse comportamento?
Falta de controle emocional
Crianças pequenas ainda estão aprendendo a lidar com emoções fortes, como raiva e frustração. Quando não sabem expressar o que sentem com palavras, acabam usando o corpo.
Imitação do ambiente
Se ela vê agressividade ao redor (em casa, na TV, em outras crianças), pode reproduzir esse comportamento sem perceber que está errado.
Dificuldade de comunicação
Algumas crianças ainda não tem vocabulário suficiente para resolver conflitos com palavras. Então, ao invés de dizer “não gostei disso”, empurram ou batem.
Busca por atenção
Se a criança sente que só recebe atenção quando faz algo errado, pode bater como uma forma de garantir que os adultos olhem para ela.
Fadiga e estresse
Cansaço, fome e excesso de estímulos podem deixar a criança irritada e menos tolerante à frustração, resultando em reações impulsivas.
Se esse comportamento tem sido frequente por aí, respire fundo! Quero te mostrar algumas estratégias para ajudar seu filho a lidar melhor com as próprias emoções.
Como corrigir sem gerar traumas
Nem por um segundo pense que, só porque seu filho bate nos colegas, ele é uma criança ruim. Nosso papel vai além de corrigir; é ensinar a lidar com as emoções sem recorrer à agressão. Por isso, aqui estão alguns passos simples para ajudar de forma eficaz e sem causar traumas:
1. Mantenha a calma (mesmo que seja difícil!)
Se seu filho bateu, gritar ou bater de volta só vai ensinar que a violência é a resposta. Respire fundo e mostre que você está no controle da situação.
2. Identifique o motivo
Crianças pequenas batem por vários motivos:
- Frustração: elas não sabem expressar o que sentem e descontam fisicamente.
- Busca de atenção: elas percebem que bater chama a atenção dos adultos.
- Imitação: se veem alguém (na TV, em casa, na escola) resolvendo problemas com agressividade, podem copiar.
- Falta de habilidades sociais: elas ainda não sabem negociar, dividir ou expressar sentimentos.
3. Ensine como expressar emoções
Ajude seu filho a colocar em palavras o que sente.
Exemplos de frases:
“Você ficou bravo porque o amigo pegou seu brinquedo?”
“Ao invés de bater, você pode dizer: ‘Eu não gostei disso’ ou chamar um adulto.”
Quanto mais ele aprender a falar o que sente, menos precisará usar as mãos.
4. Mostre as consequências de forma educativa
Em vez de punições severas, ajude seu filho a entender que bater machuca e tem consequências naturais.
Exemplo:
❌ “Se você bate no amigo, ele não vai querer brincar com você.”
✔️ “Se você pedir com calma, ele pode te emprestar o brinquedo depois.”
5. Dê o exemplo
Crianças aprendem pelo que veem. Se ela presencia gritos, empurrões ou agressividade em casa, pode achar que isso é normal. Mostre, no dia a dia, como resolver problemas com diálogo e paciência.
6. Reforce os comportamentos positivos
Quando seu filho resolver um problema sem bater, elogie!
Exemplo:
“Muito bem! Você pediu com calma e esperou sua vez.”
Isso reforça que agir com respeito traz mais benefícios do que bater.
7. Estabeleça limites claros
Seu filho precisa saber que bater não é aceitável. Diga isso de forma firme, mas sem humilhação.
Exemplo:
“Eu entendo que você ficou bravo, mas bater não pode.”
“Se você estiver com raiva, pode respirar fundo, pedir ajuda ou se afastar.”
Esses 7 passos vão transformar a rotina da sua família, trazendo mais harmonia e ajudando no desenvolvimento emocional do seu filho. Mas calma, tem mais! Para uma mudança ainda mais eficaz, existe uma ferramenta que vai facilitar esse processo.
Conheça o Bem Kids
Lidar com um filho que bate nos colegas é, sem dúvida, um grande desafio. Agora, imagine contar com uma ferramenta que te ajude a corrigir esse comportamento de forma rápida, simples e sem causar traumas. Parece perfeito, não é?
Por isso, eu quero que você conheça o Bem Kids!
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Com carinho,
Michelle Bottrel
Sobre a Michelle
Neurocientista certificada no Canadá há mais de 14 anos, Michelle também é mãe do Nicholas e do Christian,especialista em educação infantil e membro do Instituto de saúde mental infantil canadense e instrutora de certificação com reconhecimento do MEC.