Se seu filho chora por tudo, você precisa conhecer esse método.

O choro infantil não é só birra ou drama, e muito menos algo que deve ser silenciado. Ele é a primeira e principal forma de comunicação da criança.
Quando uma criança chora, ela está expressando uma necessidade ou um descontentamento e se o choro acontece o tempo todo, isso pode ser um sinal de que algo não está bem.
Por isso, hoje quero te mostrar os principais motivos que levam uma criança a chorar por tudo, como reduzir esses episódios de forma saudável e os riscos de simplesmente reprimir esse momento. Vamos juntas entender o que realmente está por trás da choradeira?
Por que meu filho chora tanto?
Eu sei o quanto pode ser desgastante ver um simples pedido para tomar banho, dormir ou comer virar uma grande choradeira. Parece que qualquer situação se transforma em um desafio, e você acaba sem saber como reagir.
Mas e se eu te dissesse que por trás desse choro há um motivo real? Quando conseguimos olhar além da frustração, começamos a entender melhor nossos filhos e ajudá-los a lidar com as emoções de forma mais equilibrada.
Por isso, quero te mostrar os principais motivos que podem estar intensificando essas crises de choro.
1. O cérebro ainda está aprendendo a lidar com as emoções
Crianças pequenas não têm controle emocional completo. O cérebro delas ainda está se desenvolvendo, especialmente a parte responsável por controlar impulsos e lidar com frustrações.
O que isso significa?
- Qualquer situação inesperada pode parecer um grande problema para elas.
- O choro é uma maneira de expressar sentimentos que ainda não conseguem verbalizar.
Se um adulto se frustra e respira fundo, uma criança pode simplesmente chorar porque não sabe outra forma de lidar com isso.
2. Falta de habilidades para enfrentar frustrações
Seu filho pode estar chorando porque ainda não aprendeu a lidar com “nãos” ou com situações que exigem paciência.
O que isso significa?
- Se sempre recebe o que quer na hora, pode não entender como lidar com esperas e negativas.
- Se ninguém ensina que errar faz parte do aprendizado, pode desistir rápido e reagir com choro.
Uma simples recusa pode parecer o fim do mundo para uma criança que ainda está aprendendo sobre limites.
3. Necessidade de atenção e conexão
Muitas vezes, o choro não tem a ver com o que aconteceu no momento, mas sim com uma carência emocional acumulada.
O que isso significa?
- Crianças precisam de conexão real com os pais e, se sentem que não estão recebendo atenção suficiente, usam o choro como um pedido de proximidade.
- Se os adultos estão sempre ocupados, a criança pode buscar qualquer motivo para se sentir vista.
Isso não é manipulação, mas sim uma tentativa de se sentir segura e acolhida.
4. Algumas crianças sentem tudo de forma mais intensa
Crianças com perfil mais sensível podem chorar com mais frequência porque processam as emoções de maneira mais profunda.
O que isso significa?
- Pequenos problemas podem parecer enormes para elas.
- Mudanças bruscas, barulhos ou até o tom de voz dos pais podem ser gatilhos emocionais.
O que para um adulto parece insignificante, para uma criança sensível pode ser um turbilhão de emoções difícil de controlar.
Na correria do dia a dia, pode parecer que algumas crises acontecem sem motivo, mas a verdade é que toda criança chora por uma razão.
O segredo não está em tentar calar o choro, mas sim em entender o que ele está comunicando e ensinar seu filho a lidar com as emoções de forma saudável.
Agora, vamos ver como minimizar esses episódios sem precisar usar aquelas frases clássicas como “Para de chorar!” ou “Se você não parar agora, eu vou…”.
Como fazer meu filho parar de chorar
Dar colo e ceder às vontades pode ser a forma mais rápida de silenciar a choradeira, mas será que isso resolve o problema de verdade?
O colo dos pais é uma ferramenta poderosa, mas não pode ser a única solução para ensinar a criança a lidar com as próprias emoções. Quando o choro sempre resulta em colo ou concessões, a criança não aprende a regular seus sentimentos – apenas a depender dos pais para isso.
Por isso, quero te mostrar três passos que, além de reduzir a choradeira, vão ajudar no desenvolvimento emocional do seu filho.
1. Ensine a nomear os sentimentos
Muitas crianças choram simplesmente porque não conseguem expressar o que sentem com palavras. Ensinar seu filho a identificar e nomear suas emoções ajuda a reduzir o choro com o tempo.
📌 Como aplicar na prática?
✔ Diga frases como: “Eu sei que você está bravo porque queria continuar brincando.”
✔ Use histórias ou desenhos para ensinar sobre sentimentos.
✔ Valide o que ele sente antes de ensinar uma solução.
➡ Por que isso funciona?
Quando a criança aprende a dizer “Estou frustrado” em vez de apenas chorar, ela começa a encontrar outras formas de se expressar.
2. Dê atenção antes que o choro aconteça
Muitas vezes, o choro não é sobre o que aconteceu no momento, mas sobre a necessidade de conexão. Se a criança sente que não está recebendo atenção suficiente, pode recorrer ao choro como forma de chamar os pais.
📌 Como aplicar na prática?
✔ Reserve momentos diários para brincar, conversar ou ler com seu filho.
✔ Mostre interesse no que ele fala e faz.
✔ Se perceber que ele está começando a se irritar, tente intervir antes que o choro aconteça.
➡ Por que isso funciona?
Se a criança se sente vista e ouvida antes de precisar recorrer ao choro, ela aprende que pode contar com você sem precisar de crises para isso.
3. Ensine seu filho a se acalmar sozinho
O choro não pode ser a única ferramenta da criança para lidar com frustrações. Ensinar seu filho a se acalmar sem depender dos pais o tempo todo é essencial para que ele desenvolva inteligência emocional.
📌 Como aplicar na prática?
✔ Ensine a respirar fundo algumas vezes quando estiver muito nervoso.
✔ Dê um objeto de conforto, como um bichinho de pelúcia ou um cantinho para se acalmar.
✔ Use frases como: “Sei que você está bravo, mas vamos respirar juntos antes de resolver isso?”
➡ Por que isso funciona?
Com o tempo, seu filho vai entender que é capaz de lidar com as emoções por conta própria, sem precisar de uma reação extrema.
Aplicar essas estratégias não significa ignorar ou reprimir as emoções do seu filho. Dizer frases como “Engole o choro!” ou “Isso não é nada!” pode fazer com que a criança aprenda a esconder o que sente, o que pode gerar ansiedade e dificuldade para lidar com emoções no futuro.
O objetivo não é parar o choro, mas ensinar seu filho a compreender, expressar e regular seus sentimentos de forma mais equilibrada.
Se você aplicar essas estratégias no dia a dia, aos poucos vai perceber menos choradeira e mais autonomia emocional no seu filho. E o melhor: sem precisar ceder a tudo ou perder a paciência!
Impactos de “engolir o choro”
Se toda vez que seu filho chora você responde com “Para de chorar!”, “Isso não é nada!”, “Engole o choro!”, saiba que essa reação pode ter consequências sérias para o desenvolvimento emocional dele.
O choro infantil não é barulho ou drama – ele é a principal forma da criança expressar emoções e necessidades. Quando um adulto invalida esse sentimento, a criança aprende que não pode demonstrar o que sente, e isso pode gerar impactos negativos a longo prazo, como:
❌ Dificuldade em expressar sentimentos no futuro
❌ Sensação de que suas emoções não são importantes
❌ Tendência a guardar mágoas e frustrações em vez de resolvê-las
❌ Crises de raiva e explosões emocionais
❌ Dificuldade em lidar com frustrações na adolescência e vida adulta
❌ Descontar emoções reprimidas em outras pessoas
❌ Dificuldade em confiar nos pais e conversar sobre problemas
❌ Medo de se abrir emocionalmente com outras pessoas
❌ Busca por apoio em fontes externas nem sempre seguras
Se você não quer que esse seja o futuro do seu filho, existem formas mais saudáveis de ajudá-lo a lidar com as emoções sem reprimir o que ele sente.
E para facilitar ainda mais esse processo, eu quero te apresentar uma ferramenta que, junto com os passos que falamos hoje, vai te ajudar a criar uma criança mais equilibrada, feliz e emocionalmente forte. Fique comigo e descubra como transformar esse cenário!
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Michelle Bottrel

Sobre a Michelle
Neurocientista certificada no Canadá há mais de 14 anos, Michelle também é mãe do Nicholas e do Christian,especialista em educação infantil e membro do Instituto de saúde mental infantil canadense e instrutora de certificação com reconhecimento do MEC.
Nos últimos anos, Michelle Bottrel já ajudou mais de 22.954 mães e pais a criar filhos bem-sucedidos.