O que acontece com crianças que não aprendem sobre dinheiro

Aposto que seu filho já está de olho em algum brinquedo, jogo ou até um produto de beleza e provavelmente já te pediu mil vezes de presente. E você, claro, fica tentada a dizer “sim”.

Mas, já reparou que assim que ele ganha o presente, outro desejo aparece rapidinho? Esse ciclo é tão comum quanto perigoso e costuma acontecer quando não falamos sobre dinheiro com nossos filhos.

Crianças que crescem sem entender o valor do dinheiro entram na vida adulta como se o mundo fosse um shopping aberto 24hrs. Passam a ver salário como presente e cartão de crédito como um passe livre para querer sempre mais.

Se você quer evitar que seu filho seja refém do próprio bolso no futuro ou até mesmo acabe endividado, vem comigo. Vou te mostrar como ensinar sobre dinheiro de forma leve, de acordo com a idade, e trazer atividades práticas para despertar consciência financeira desde cedo.

Além disso, vou te contar as consequências de proteger seu filho da educação financeira.

E se eu não falar sobre dinheiro com o meu filho?

Você pode até entender que está protegendo seu filho e mantendo a sua infância segura, mas na verdade, quando não falamos sobre dinheiro com nossos filhos  ou evitamos o assunto por achar que “eles são pequenos demais”  estamos, sem perceber, deixando um espaço aberto para que eles criem suas próprias ideias sobre finanças a partir de observações fragmentadas, influências externas e, muitas vezes, distorcidas.

Do ponto de vista da psicologia, isso traz riscos claros para o desenvolvimento emocional e social:

Falta de noção de valor e consequência
Sem orientação, a criança pode crescer sem entender que dinheiro é fruto de esforço, troca e planejamento. Isso aumenta a chance de comportamentos impulsivos, dificuldade para lidar com frustrações e falta de responsabilidade com recursos.

Construção de crenças distorcidas
O silêncio dos pais pode ser interpretado como tabu ou como um assunto “perigoso”. Isso leva a crenças negativas, como “dinheiro é sujo”, “quem tem dinheiro é ruim” ou, no oposto, “ter muito é a única forma de ser feliz”. 

Essas crenças guiam decisões de vida e carreira na vida adulta.

Ansiedade e insegurança
Crianças percebem sinais de tensão financeira em casa. Comentários, brigas, mudanças de padrão mesmo que ninguém explique nada, elas preenchem as lacunas com imaginação, o que pode gerar medo, insegurança e ansiedade.

Baixa autonomia
Sem experiência para administrar pequenas quantias, elas chegam à adolescência ou vida adulta despreparadas para lidar com salário, contas, investimentos ou dívidas. A autonomia financeira não surge de repente, ela é construída desde cedo.

Vulnerabilidade social e emocional
Quem cresce sem educação financeira tende a ser mais influenciado por modismos, comparações nas redes sociais e pressão de grupo, gastando para “pertencer” ou “parecer” algo, mesmo que isso comprometa a saúde financeira.

Você pode blindar seu filho de todas essas consequências começando hoje a falar sobre dinheiro e envolvendo-o em pequenas atividades financeiras. Vem comigo que eu te mostro como transformar isso em aprendizado para a vida.

Fale sobre dinheiro dessa forma

2 a 4 anos: Primeiros conceitos

Objetivo: desenvolver noção de valor, troca e espera.
Como lidar:

  • Use brincadeiras simbólicas (mercadinho, lojinha, feira) para ensinar que coisas têm um valor e que é preciso “trocar” algo para obtê-las;
  • Dê pequenas responsabilidades, como “cuidar” de um brinquedo ou escolher entre duas opções simples (“Você prefere essa fruta ou aquela?”), para treinar decisões;
  • Evite falar de números ou somas complexas, nessa fase o cérebro ainda está aprendendo causa e efeito.

5 a 7 anos: entendendo escolhas

Objetivo: ampliar noção de prioridade e consequências.
Como lidar:

  • Comece a usar dinheiro físico em pequenas quantias para que ele entenda que o valor é limitado;
  • Ensine que se escolher gastar em algo, não poderá comprar outra coisa 

Exemplo: “Se comprar esse brinquedo agora, não vai dar para comprar o sorvete depois”;

  • Mostre de onde o dinheiro vem: trabalho, esforço, troca de tempo por salário. Isso fortalece o vínculo entre esforço e recompensa.

8 a 10 anos: Noção de planejamento

 Objetivo: desenvolver autocontrole e pensamento de médio prazo.
Como ensinar:

  • Introduza mesada ou semanada com valor fixo, explicando que ele precisa administrar para que dure o período;
  • Ensine a separar em três “potinhos”: gastar agora, guardar e doar;
  • Mostre que economizar não é “ficar sem”, mas sim “guardar para algo maior depois”. Isso treina gratificação adiada, habilidade ligada a melhores resultados acadêmicos e emocionais no futuro.

11 a 13 anos: Entendendo metas e realidade

Objetivo: desenvolver responsabilidade e pensamento crítico.
Como lidar:

  • Envolva seu filho em conversas simples sobre orçamento familiar 

Exemplo: “Este mês vamos economizar para a viagem, então vamos cortar alguns gastos extras”;

  • Ensine a comparar preços e analisar custo-benefício antes de comprar;
  • Incentive que ele defina metas de economia para algo que queira muito, acompanhando o progresso.

14 a 17 anos: Rumo à independência

Objetivo: preparar para a vida adulta e decisões de longo prazo.
Como lidar:

  • Explique sobre cartão de crédito, juros e dívidas usando exemplos práticos;
  • Estimule que ele ganhe dinheiro com pequenos trabalhos, para vivenciar a relação tempo-esforço-recompensa;
  • Ensine noções básicas de investimento e como o dinheiro pode “trabalhar” quando bem administrado;
  • Discuta valores e ética sobre dinheiro, não só como ganhar, mas como gastar de forma responsável e alinhada a princípios.

Outro fator essencial para que a educação financeira realmente funcione é garantir que seu filho esteja com foco total e a absorção de vitaminas em dia. Assim, ele aproveita 100% desse aprendizado. 

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Grande beijo,

Michelle Bottrel

Sobre a Michelle

Neurocientista certificada no Canadá há mais de 14 anos, Michelle também é mãe do Nicholas e do Christian,especialista em educação infantil e membro do Instituto de saúde mental infantil canadense e instrutora de certificação com reconhecimento do MEC.

Nos últimos anos, Michelle Bottrel já ajudou mais de 22.954 mães e pais a criar filhos bem-sucedidos.

Michelle Viegas Bottrel Neurocientista

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