Você pode transformar a vida do seu filho depois de ler esse texto.

Na sua infância, você já recebeu aquele famoso castigo do “cantinho do pensamento”? Aquele momento em que sua mãe dizia que era hora de refletir sobre o que fez e tentar ser uma pessoa melhor?
Pois é… Nesses momentos, a gente sentia mais raiva, não é? Planejava fugas mirabolantes que nunca aconteciam, ficava bravo com a mãe, e geralmente saía desse castigo meio ressentido. Mas, com o passar das horas, tudo voltava ao normal.
Esse turbilhão de emoções é o que chamamos de raiva comum – um sentimento natural que todos nós experimentamos, inclusive as crianças. A grande diferença é que elas ainda não conseguem controlar totalmente essa emoção.
No cérebro, a raiva é uma resposta emocional complexa que envolve várias áreas, como o sistema límbico, o hipotálamo e até o córtex frontal. Ela é ativada em situações de ameaça, frustração ou injustiça percebida. Durante esse processo, os batimentos cardíacos aceleram, o suor aumenta e, em alguns casos, até surgem respostas violentas – tudo como parte de um instinto de sobrevivência.
Mas como diferenciar se nossos filhos estão apenas expressando uma emoção natural ou se estão desenvolvendo um comportamento agressivo? É nessa linha tênue que precisamos atuar, entendendo e ajudando nossos pequenos a lidar com a raiva de forma saudável.
Raiva VS Agressividade
A diferença entre uma explosão comum de emoção e um comportamento agressivo recorrente nas crianças pode ser percebida com atenção a alguns fatores-chave. Vamos analisar:
1. Frequência e Persistência
- Raiva comum: Episódios pontuais, geralmente desencadeados por algo específico, como frustração, cansaço, fome ou pequenos desentendimentos. A criança se acalma e segue em frente.
- Agressividade: A raiva se torna constante, surgindo até em situações mínimas, com explosões desproporcionais e recorrentes.
2. Intensidade das Reações
- Raiva comum: Choro, gritos ou um “bico” são reações naturais. A criança expressa suas emoções sem a intenção de machucar.
- Agressividade: A intensidade aumenta com tapas, mordidas, chutes, destruição de objetos ou insultos. O comportamento pode até assustar.
3. Duração das Crises
- Raiva comum: Momentos curtos, que podem ser resolvidos com paciência, consolo ou distração.
- Agressividade: As crises são prolongadas e difíceis de controlar, mesmo com intervenções.
4. Capacidade de Reparar e Aprender
- Raiva comum: Após o episódio, a criança pode se desculpar, demonstrar empatia e compreender o impacto de suas ações.
- Agressividade: Não há sinais de arrependimento ou empatia, e a criança parece indiferente ao que causou.
5. Intenção por Trás do Comportamento
- Raiva comum: Não há intenção de machucar; a reação é apenas uma forma de expressar frustração ou comunicar uma necessidade.
- Agressividade: A intenção de ferir, intimidar ou dominar é evidente, seja de forma verbal ou física.
6. Contexto e Causa
- Raiva comum: Surge em situações compreensíveis, como um “não” ou frustrações típicas da idade.
- Agressividade: Aparece sem motivo claro, mesmo em momentos tranquilos, podendo estar ligada a ansiedade, estresse ou outros problemas.
Se você reconhece boa parte desses fatores no comportamento do seu filho, é natural que as perguntas surjam: O que está provocando tanta agressividade? Quais fatores podem estar impactando diretamente o comportamento dele?
04 coisas que deixam seu filho agressivo
Se você é leitora assídua deste blog, já deve ter percebido que exemplos práticos são uma das melhores formas de entender questões complexas. Então, vamos a mais um exemplo realista e impactante:
Imagine uma mãe que trabalha muito e se esforça para oferecer o melhor ao seu filho. Porém, nessa busca, algumas consequências acabam surgindo. Seu filho tem ficado acordado até mais tarde, apenas para passar mais tempo com ela, mesmo tendo aula cedo no dia seguinte.
Sem ninguém por perto, ele aproveita para usar todo o seu tempo livre para jogar no celular ou assistir vídeos no Youtube e plataformas de streaming. Isso, junto aos momentos que eram para ser entre mãe e filho, acabam sendo marcados por gritos e desentendimentos em várias situações.
Para piorar, controlar a alimentação da criança se tornou um desafio, já que a mãe passa grande parte do dia fora de casa.
Pronto! Nessa pequena história, temos as três principais causas de agressividade em crianças:
- Sono ruim
- Gritos
- Telas
- Falta de vitaminas
Esse cenário reflete a realidade de muitas famílias brasileiras. Mas então, como evitar que seu filho desenvolva comportamentos agressivos, mesmo enfrentando desafios como esses?
Como libertar seu filho da agressividade
Sabemos que a vida é cheia de desafios, mas lidar com a raiva de forma saudável pode transformar o dia a dia. Por isso, separei alguns passos práticos para ajudar você a trazer a raiva de volta ao lugar certo: apenas uma emoção comum, sem grandes impactos. Vamos lá?
1. Identifique os gatilhos
Observe os momentos em que a agressividade aparece. Pode ser fome, cansaço, frustração ou dificuldade em se expressar.
- Dica prática: Mantenha um diário simples para anotar os momentos de crise e identificar padrões.
2. Ajude a nomear emoções
Ensine seu filho a reconhecer e falar sobre o que está sentindo. Use frases como:
- “Você está bravo porque o brinquedo quebrou? Entendo, isso é frustrante.”
Nomear emoções ajuda a criança a se sentir acolhida e a entender seus sentimentos.
3. Modele o comportamento
Seja o exemplo! Mostre como você lida com suas emoções.
- Diga algo como: “Estou irritada, mas vou respirar fundo antes de responder.”
As crianças aprendem observando como os pais enfrentam desafios.
4. Estabeleça limites claros
Explique com firmeza e carinho o que é aceitável.
- “Você pode ficar bravo, mas não pode bater. Vamos encontrar outra forma de resolver.”
Reforce os limites de maneira consistente para que a criança entenda as consequências.
5. Ofereça alternativas para liberar energia
Atividades físicas ajudam a extravasar tensões. Experimente:
- Pular corda
- Correr no parque
- Bater em almofadas
Mostre que existem formas saudáveis de lidar com a raiva.
6. Ensine técnicas de calma
Introduza práticas simples de autorregulação emocional, como:
- Respiração profunda: Inspirar pelo nariz contando até 4, segurar o ar por 4 segundos e expirar lentamente.
- Canto da calma: Crie um espaço com almofadas e brinquedos para a criança se acalmar.
7. Reconheça o bom comportamento
Sempre que seu filho demonstrar controle emocional, elogie.
- “Você ficou bravo, mas conseguiu se acalmar sem gritar. Estou muito orgulhosa!”
O reforço positivo estimula a repetição desse comportamento.
8. Reduza o tempo de telas
Jogos violentos e vídeos agitados podem aumentar a agressividade. Limite o tempo de exposição e incentive brincadeiras criativas, como desenhar ou montar coisas.
9. Promova diálogo e empatia
Ensine seu filho a pensar no impacto de suas ações nos outros. Pergunte:
- “Como você acha que o amigo se sentiu quando você gritou com ele?”
Isso ajuda a desenvolver consciência emocional e empatia.
10. Estabeleça uma rotina estruturada
Rotinas trazem segurança emocional. Garanta horários regulares para dormir, comer e brincar. Crianças agressivas podem estar apenas desreguladas.
11. Resolva conflitos de forma construtiva
Mostre alternativas positivas para resolver problemas.
- “Você pode pedir o brinquedo emprestado em vez de tirar da mão do amigo. Vamos tentar?”
Esses passos simples podem transformar o ambiente familiar e ajudar seu filho a lidar com a raiva de forma saudável. E para complementar sua rotina e obter mais resultados, quero apresentar algo especial que pode potencializar essas mudanças!
Conheça o “Bem Kids”
Você sabia que 89% das crianças que têm problemas de comportamento não são desobedientes por escolha?
O problema real está no cérebro delas, que foi “INFECTADO” pela tecnologia.
Cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém descobriram que apenas 2 horas de telas por dia são suficientes para tornar uma criança irreconhecível.
E isso não é por acaso…
Uma vez que as telas foram projetadas para dar ao seu filho estímulos rápidos e sem esforço.
São esses estímulos que MIMAM o cérebro das nossas crianças, e as fazem “desacostumar” com os ritmos normais da vida real, onde as coisas exigem paciência e esforço.
Isso explica porque quando elas ouvem um “não” elas surtam…
Ou, porque sempre estão impacientes com tudo, ao ponto de explodirem.
“Michelle, então tudo o que eu preciso fazer é tirar os eletrônicos do meu filho?“
Apesar de ser a resposta mais óbvia, não.
Porque as telas viciam seu filho.
E apenas cortar elas pode desencadear a Síndrome da Abstinência Digital que, no final das contas, só vai intensificar o mau comportamento.
É por isso que tenho recomendado para as mães que me acompanham uma solução diferente.
Falo da primeira e única FÓRMULA ANTI-AGRESSIVIDADE do Brasil, o Bem Kids.
Porque ela NEUTRALIZA os efeitos gerados pelos eletrônicos, e ainda ajuda seu filho a se tornar mais calmo, equilibrado e colaborativo.
Basta você dar 2 gomas pra ele, todos os dias, sempre antes do café da manhã.
E você ainda pode testar essa FÓRMULA com seu filho sem arriscar nenhum centavo!
Porque ao pedir o seu Bem Kids, você garante 30 dias de garantia!
Então, não pense muito…
➡️ PEÇA já o seu com FRETE GRÁTIS e desperte a criança equilibrada que já existe dentro do seu filho!
Grande beijo.
Michelle Bottrel
Sobre a Michelle
Neurocientista certificada no Canadá há mais de 13 anos, Michelle também é mãe do Nicholas e do Christian, membro do Instituto de saúde mental infantil canadense e instrutora de certificação com reconhecimento do MEC.
Nos últimos anos, Michelle Bottrel já ajudou mais de 22.000 mães e pais a criar filhos bem-sucedidos.