O comportamento do seu filho está normal para idade? Descubra!

Seu filho já disse ou fez algo que te deixou completamente de queixo caído?

Nessas horas, a dúvida aparece: “Será que ele está avançado para a idade?” ou “Será que esse comportamento é mesmo normal?”

E olha, toda essa inquietação é válida. Afinal, ela mostra o quanto você se importa com a sua criança. Mas eu sei: essas perguntas acabam virando aquela pulguinha atrás da orelha que nunca encontra resposta clara.

Por isso, quero te trazer duas verdades:
 

  • A primeira é que cada criança é única e nem todas as fases vão estar escritas em um livro didático;
  •  A segunda é que, apesar disso, existem sim alguns sinais que ajudam a identificar se o comportamento do seu filho está dentro do esperado para a idade ou se merece mais atenção.

No blog de hoje, eu vou te mostrar como diferenciar o que é normal do que pode ser um alerta, e o que você pode fazer caso perceba algo diferente no desenvolvimento dele.

Vem comigo nessa?

Sinais que você NÃO deve se preocupar

Os comportamentos  que vou te mostrar agora, são normais porque mostram que a criança está crescendo, explorando e aprendendo.

Olha só:

Fazer birra

Normal até certa idade, principalmente entre 2 e 4 anos.
É a forma que a criança encontra para expressar frustração quando ainda não sabe verbalizar sentimentos.

Dizer “não” o tempo todo

O famoso “criança do contra” faz parte da fase de afirmação da individualidade.
Nesse momento, a criança testa limites e aprende que tem voz própria.

Chorar por coisas “pequenas”

Para o adulto pode parecer exagero, mas para a criança qualquer frustração é gigante.
O choro é uma forma saudável de regular emoções até que ela aprenda a usar palavras para isso.

Ser possessiva com brinquedos

Entre 2 e 6 anos, é comum a dificuldade em compartilhar.
O conceito de “meu” e “seu” ainda está em construção, e forçar o compartilhamento precoce pode gerar insegurança.

Mentirinhas inocentes

Crianças pequenas às vezes “inventam histórias”.
Isso não significa maldade, mas sim um exercício de imaginação e até uma tentativa de escapar de punições. 

Medos exagerados (escuro, monstros, barulhos)

O medo faz parte do desenvolvimento da imaginação e do entendimento do mundo.
Com o tempo e o apoio dos pais, esses medos vão diminuindo.

Alta energia e dificuldade de ficar parado

Criança não é mini adulto. Movimento, curiosidade e agitação fazem parte do aprendizado e do desenvolvimento neurológico.

Se você reconheceu uma ou mais dessas atitudes no seu filho, pode respirar aliviada: está tudo dentro da normalidade.

Mas atenção! Existem alguns sinais que funcionam como um verdadeiro alerta para procurar ajuda profissional.

Vou te mostrar.

Sinais para ficar alerta

Agressividade excessiva e frequente

É esperado que crianças pequenas tenham explosões ocasionais de raiva, mas quando as agressões (bater, morder, destruir objetos) acontecem de forma constante e intensa, podem indicar dificuldade séria de regulação emocional.

Isolamento social persistente

Algumas crianças são naturalmente mais tímidas, mas quando a criança evita qualquer contato social, não cria vínculos ou recusa constantemente interações, pode ser sinal de depressão infantil, fobia social ou outros quadros emocionais.

Regressões prolongadas

Voltar a fazer xixi na cama ou falar como bebê em momentos de estresse pode ser normal. Mas, se isso persiste ou acontece sem motivo claro, pode indicar insegurança emocional ou traumas.

Medos e ansiedades intensos e limitantes

Ter medo do escuro ou de barulhos fortes é normal. Porém, quando os medos são exagerados e paralisam a rotina (não consegue ir à escola, dormir sozinho, ou ter novas experiências), isso já é sinal de ansiedade que precisa de atenção.

Falta de interesse pelo brincar

O brincar é a linguagem da infância e essencial para o desenvolvimento.
Uma criança que não brinca, não se interessa por jogos ou interações lúdicas, pode estar apresentando sinais de depressão, estresse elevado ou até transtornos de desenvolvimento.

Problemas graves e contínuos no sono ou alimentação

Alterações pontuais são normais, mas quando a criança têm insônia prolongada, pesadelos constantes, recusa alimentar persistente ou compulsão, a psicologia vê como possível reflexo de questões emocionais ou orgânicas.

Comportamentos autodestrutivos

Se a criança fala de si mesma de forma muito negativa (“eu não presto”, “ninguém gosta de mim”), se machuca de propósito ou demonstra falta de vontade de viver, isso é um sinal vermelho imediato e exige ajuda psicológica urgente.

O que diferencia o normal do anormal é a frequência, intensidade e o impacto na vida da criança. Se o comportamento atrapalha o desenvolvimento, os relacionamentos ou a rotina, já é motivo de atenção profissional.

Para quem eu peço ajuda?

Antes de tudo, quero que você saiba: você não está sozinha. Nada disso é culpa sua, buscar o melhor para o seu filho é, na verdade, uma escolha corajosa e cheia de amor.

Ao perceber um ou mais comportamentos diferentes, vale procurar um profissional de saúde mental, como psicólogos, neuropsicólogos, terapeutas comportamentais e, em alguns casos, até um psiquiatra.

E mais: esse cuidado pode ser fortalecido com ferramentas que ajudam na nutrição e no equilíbrio emocional do seu filho, trazendo mais leveza para o desenvolvimento dele.

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Grande beijo,

Michelle Bottrel

Sobre a Michelle

Neurocientista certificada no Canadá há mais de 14 anos, Michelle também é mãe do Nicholas e do Christian,especialista em educação infantil e membro do Instituto de saúde mental infantil canadense e instrutora de certificação com reconhecimento do MEC.

Nos últimos anos, Michelle Bottrel já ajudou mais de 22.954 mães e pais a criar filhos bem-sucedidos.



Michelle Viegas Bottrel Neurocientista

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