Por que seu filho se comporta pior justamente com você?

Com certeza, uma das coisas mais desafiadoras e, às vezes, frustrantes da maternidade é perceber que mesmo dando o melhor de nós, quem recebe os piores comportamentos e explosões emocionais dos nossos filhos… somos nós.

A rotina é puxada, seja cuidando da casa ou trabalhando fora, e quando finalmente temos aquele momento com eles depois de um dia longo e cansativo, lá vem: birra, grito, desobediência e a clássica frase que dói de ouvir:

“Nossa, ele estava tão calmo antes de você chegar.”

Se isso acontece aí na sua casa e você já se sentiu exausta, frustrada ou até culpada, respira. Você não está sozinha.

Hoje, eu vou te explicar por que isso acontece e, o mais importante, como lidar com essas situações sem se culpar e sem deixar o caos tomar conta.

Vamos juntas?

A Porque é mais difícil comigo?

Se você já imaginou que isso acontece por falta de educação, problema no vínculo ou até alguma questão emocional mais séria, calma… o caminho não é exatamente esse.

A verdade é que esse comportamento tem explicação  e se resume a quatro motivos simples e bem mais comuns do que você imagina:

1 Você é o porto seguro emocional dele

Quando a criança passa o dia na escola, com outras pessoas ou com outras regras, ela precisa segurar as emoções. Lá, ela não pode gritar quando quer, não pode fazer birra, tem que esperar, seguir ordens… e tudo isso vai se acumulando dentro dela.

Quando você chega, a pessoa mais importante e segura da vida dela, é natural que ela “descarregue” essa tensão. Porque você é o lugar onde ela sabe que vai ser aceita mesmo se chorar, gritar ou fazer cara feia. 

É como se o corpo e a mente dela dissessem: “agora eu posso relaxar e colocar pra fora.”

2 A carência aparece no comportamento

Por mais que você faça o seu melhor, a ausência prolongada ou a rotina corrida pode gerar uma carência emocional. E criança não sabe dizer “mãe, senti sua falta e preciso de você”, ela externaliza isso em forma de birra, provocação ou oposição. 

É uma maneira desajeitada de chamar sua atenção, de dizer: “olha pra mim, fica comigo, me percebe”.

3 Emoção represada vira comportamento difícil

A criança pequena não tem maturidade emocional para administrar o cansaço, a saudade e a frustração. Então quando tudo isso se mistura, o resultado muitas vezes é um comportamento mais explosivo na hora que a pessoa mais próxima aparece.

4 A expectativa também pesa

Às vezes, a criança passa o dia esperando aquele momento de ficar com você. Se, quando isso acontece, você está cansada, distraída ou ainda ocupada, ela sente frustração e, mais uma vez, devolve isso em forma de comportamento difícil.

Quanto mais forte o vínculo, mais livre a criança se sente para mostrar o que está guardado. 

E isso não é falta de educação, nem ingratidão. É sinal de segurança.

Mas claro, isso não significa aceitar tudo. Cabe a nós acolher esse momento, reconhecer a emoção dela e, aos poucos, ensinar formas mais saudáveis de expressar o que sentimos.

E é justamente sobre como fazer isso que vamos falar agora.

Lidando com isso sem culpa

A boa notícia é que dá, sim, pra aliviar esses momentos de tensão! Com algumas perguntas certeiras e atitudes simples, você consegue transformar até 80% dessas crises em conexão e calma

Quer ver como? Vamos começar!

Crie frases de acolhimento 

Exemplos: “Eu sei que você sentiu minha falta e ficou chateado. Eu também senti sua falta.”

“Você pode ficar bravo, mas não pode gritar com a mamãe. Vamos conversar do jeito certo.”

“A mamãe entende que o dia foi cansativo. Vamos tomar um banho gostoso e depois você me conta o que mais te deixou nervoso.”

Implemente novos comportamentos

  • Tenha 10 minutinhos só de vocês quando chegar. Sem celular, sem TV. Um abraço prolongado, olhar no olho, um “me conta como foi seu dia”. Muitas vezes só isso resolve 80% da tensão acumulada.
  • Nomeie as emoções dele pra ajudar a entender o que sente:
    “Você tá bravo? Tá cansado? Tá sentindo saudade?”
    Quando a criança entende o que sente, ela reage menos.
  • Crie rituais rápidos de reconexão:
    Um beijo secreto, uma brincadeira de “adivinha o que eu trouxe”, ou uma música juntos. Isso cria um “momento nosso” esperado e diminui a carência acumulada.
  • Mantenha os combinados, mesmo cansada:
    Se a regra é tomar banho antes da TV ou jantar antes do celular, mantenha. Isso organiza emocionalmente e dá segurança.

Além dessas estratégias, é essencial ter algumas ferramentas de apoio que ajudam a acalmar, equilibrar as emoções e tornar esses momentos difíceis muito mais leves. E eu quero te apresentar uma delas agora mesmo!

Conheça o Bem Kids

Ter uma rede de apoio disponível, que contribua para o equilíbrio emocional do seu filho e ajude a tornar essa fase mais leve, é exatamente o que você precisa nesses momentos de tensão. 

Por isso, eu quero que você conheça o  Bem Kids!

Um delicioso suplemento de maracujá, sem lactose, sem glúten e  apesar do sabor docinho, 100% sem açúcar. Além de nutritivo, ele ajuda a equilibrar as emoções do seu filho, reduzindo ansiedade, agitação, nervosismo, impaciência e birras.

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Grande beijo.

Michelle Bottrel

Sobre a Michelle

Neurocientista certificada no Canadá há mais de 14 anos, Michelle também é mãe do Nicholas e do Christian,especialista em educação infantil e membro do Instituto de saúde mental infantil canadense e instrutora de certificação com reconhecimento do MEC.

Nos últimos anos, Michelle Bottrel já ajudou mais de 22.954 mães e pais a criar filhos bem-sucedidos.

Michelle Viegas Bottrel Neurocientista

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