4 coisas que os meninos precisam aprender

Se você é mãe, pai ou responsável, já deve ter percebido as diferenças  e os preconceitos que ainda existem na forma de educar meninos e meninas. É aquele velho discurso: “Ele tem que ser macho”, “Homem não chora”, “Não pode mostrar fraqueza”. E quem ousa discordar disso, logo escuta que está “criando errado”.

Mas, será que repetir esse modelo é, de fato, o melhor caminho? Num mundo em constante mudança, cheio de novas tendências e desafios, precisamos nos perguntar: educar um menino para reprimir sentimentos é realmente o que vai torná-lo um homem feliz, próspero e saudável emocionalmente no futuro?

Se a sua resposta for “Não concordo. Quero mais para o meu filho”, então você está no lugar certo. Neste blog, vamos entender de onde vêm essas crenças sobre criar meninos, quais as consequências disso e, principalmente, o que realmente devemos ensinar para que nossos filhos cresçam homens fortes, equilibrados e emocionalmente inteligentes.

Vamos juntos nessa reflexão?

Quem falou que seu filho tem que ser “macho”?

Muitos pais e responsáveis que estão lendo este blog provavelmente cresceram em um ambiente onde sentir era fraqueza e esconder emoções, suportar a dor em silêncio e nunca conversar sobre o que se passava dentro era o correto. Mas, de onde vem essa ideia? Será que precisa ser assim mesmo?

Segundo a psicologia, esse padrão não surge do nada. Ele é fruto da influência de três fatores principais que moldam a forma como enxergamos e ensinamos nossos filhos a lidar com as emoções:

1. Herança cultural e histórica

Durante séculos, os papéis de gênero foram definidos de forma rígida: homens eram vistos como provedores, guerreiros e protetores. Essa construção social reforçou a ideia de que, para cumprir esse papel, o homem deveria ser forte, racional e imune à dor

Assim, chorar, demonstrar tristeza ou medo passou a ser associado à fraqueza.

2. Estereótipos de gênero

A psicologia social explica que meninos e meninas são expostos desde cedo a mensagens diferentes.

  • Meninas recebem estímulo para o cuidado, empatia e expressão emocional.
  • Meninos são incentivados a competir, ser firmes e esconder vulnerabilidades.

3. Condicionamento na infância

Segundo a psicologia do desenvolvimento, os pais e cuidadores, muitas vezes sem perceber, reforçam esse padrão com frases como:

  • Engole o choro, isso é frescura.”
  • Homem não tem medo.”
  • Seja forte, você é o homenzinho da casa.

Esse tipo de discurso funciona como condicionamento, levando a criança a acreditar que sentimentos não podem ser expressos.

Quando repetimos, sem questionar, os mesmos padrões que herdamos de outras gerações, acabamos priorizando a aparência diante dos outros em vez do bem-estar real dos nossos filhos. No fundo, não estamos educando para eles, estamos educando para agradar quem está em volta.

E a psicologia mostra que esse preço pode ser alto: quando um menino cresce reprimindo emoções, ele pode desenvolver consequências sérias, como:

  • Dificuldade de se conectar com os outros de forma saudável.
  • Ansiedade e depressão, que ficam escondidas por trás da “casca de durão”.
  • Raiva e agressividade, usadas como válvula de escape para sentimentos não permitidos.

É por isso que quero te mostrar quais são os aprendizados que seu menino realmente precisa ter! Aqueles que farão toda a diferença agora na infância e também lá na vida adulta.

É disso que seu filho precisa

Valide os sentimentos dele

Quando ele chorar, sentir medo ou frustração, evite frases como “engole o choro”.
Prefira: “Eu sei que isso está te deixando triste” ou “É normal sentir medo nessa situação”.

Por quê: A psicologia mostra que validar a emoção ajuda a criança a se sentir aceita e compreendida.

Ensine o nome das emoções

Dê palavras ao que ele sente: “Isso é raiva, isso é frustração, isso é alegria”.

Por quê: Segundo a psicologia, nomear emoções fortalece a regulação emocional. O cérebro entende melhor o que está acontecendo e aprende a organizar as reações.

Mostre que vulnerabilidade não é fraqueza

Você pode contar situações em que também se sentiu nervosa, triste ou com medo, mas conseguiu lidar.
 

Exemplo: “Mamãe/papai também ficou nervosa(o) antes daquela reunião, respirei fundo e deu tudo certo.”
 

Por quê: A teoria do apego mostra que crianças aprendem muito mais pelo exemplo do que pela fala.

Reforce a ideia de força emocional

Mostre que ser forte não é engolir o que sente, mas ter coragem de encarar as emoções e aprender com elas.

Diga: “Ser forte é conseguir respirar quando está bravo” ou “É falar o que sente sem machucar ninguém”.

Por quê: Isso ressignifica a masculinidade, unindo firmeza e sensibilidade.

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Grande beijo,

Michelle Bottrel

Sobre a Michelle

Neurocientista certificada no Canadá há mais de 14 anos, Michelle também é mãe do Nicholas e do Christian,especialista em educação infantil e membro do Instituto de saúde mental infantil canadense e instrutora de certificação com reconhecimento do MEC.

Nos últimos anos, Michelle Bottrel já ajudou mais de 22.954 mães e pais a criar filhos bem-sucedidos.

Michelle Viegas Bottrel Neurocientista

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