Saiba como evitar essas cicatrizes.

Com a correria da rotina, os compromissos e a cabeça cheia é normal que a gente, como pai ou mãe, acabe entrando no automático em muitas situações. Mas, o problema é que alguns comportamentos que parecem inofensivos podem deixar marcas profundas na saúde emocional dos nossos filhos.
E o pior: muitas vezes isso acontece sem a gente nem perceber.
Mesmo sendo uma mãe ou pai presente, amoroso e bem-intencionado, erros acontecem e tudo bem. O importante é reconhecer e corrigir.
Por isso, eu quero que você leia esse conteúdo até o fim e descubra:
- Quais são os 3 comportamentos tóxicos mais comuns que você pode estar cometendo sem notar
- Por que eles impactam tanto no emocional das crianças
- E como trocar essas atitudes por comportamentos positivos e construtivos
Vem comigo, porque essa conversa pode transformar sua relação com seu filho.
A idade da esponja
O cérebro das crianças funciona como uma esponja gigante. Desde que nascem até mais ou menos os 7 anos, tudo o que elas veem, ouvem, sentem e vivem é absorvido e guardado, sem filtro nenhum.
Sabe aquela esponja de cozinha que você coloca na água e ela puxa tudo o que tem ali? É exatamente assim.
Por quê?
Porque o cérebro infantil ainda está em formação e não consegue diferenciar o que faz bem, o que faz mal, o que é certo ou o que é perigoso. Ele apenas registra, repete e constrói ideias com base no que recebe.
Se essa criança cresce em um ambiente seguro, cheio de afeto, respeito e bons exemplos, ela vai absorver autoestima, confiança e segurança.
Agora, se convive com gritos, críticas, rejeição, violência ou cobranças exageradas, ela também absorve tudo isso e carrega como verdade dentro dela.
O resultado?
Isso molda o jeito dela pensar, se comportar, agir e enxergar o mundo. Se suga coisas boas, tende a ser mais equilibrada emocionalmente. Se absorve o que é ruim, cresce mais ansiosa, insegura, agressiva ou com baixa autoestima.
E é por isso que o ambiente e os exemplos que a gente dá pra eles nos primeiros anos são a base de tudo.
Do mesmo jeito, os comportamentos tóxicos que escapam no automático podem ser altamente prejudiciais e precisam ficar no nosso radar.
Vamos descobrir agora quais são eles. Vem comigo.
Os 3 comportamentos tóxicos
1. Implicar com o filho
Sabe aquelas brincadeirinhas que parecem inofensivas?
Exemplo:“chulé” toda vez que ele passa?
“Vai tomar banho, chulé!”
“Já colocou suas meias para lavar, chulé?”
“Claro que foi o chulé que fez isso!”
Para a gente, é só piada. Para eles, pode ser uma humilhação disfarçada.
Resultado:
Quando isso se repete, a criança começa a acreditar que nunca faz nada certo, que só atrapalha e que não é tão amada ou aceita quanto os outros.
2. Interrogar a criança
Ficar insistindo no “Por que você fez isso?” ou “Eu já falei mil vezes que não pode!” cria mais confusão do que entendimento.
A verdade? Na maioria das vezes, a criança nem sabe o motivo da atitude, porque ainda está amadurecendo emocionalmente.
Resultado:
Esse tipo de interrogatório deixa a criança insegura, se sentindo errada e incapaz de se explicar. E isso, com o tempo, se transforma em baixa autoestima e medo de se expressar.
3. Fazer ameaças
Colocar consequências exageradas pra tudo, como: “se fizer isso de novo, nunca mais vai no parquinho!” ou “vou tirar todos os seus brinquedos!”
Resultado:
A criança para de confiar nos pais. E quando cresce, tende a se tornar desconfiada, ansiosa e com medo de se posicionar.
Esses comportamentos são comuns e muitas vezes passam despercebidos, mas a longo prazo deixam marcas profundas.
E aí você pode estar se perguntando:
“Tá, Michelle… e como eu substituo isso sem perder o controle da casa?”
Calma. Eu vou te mostrar como fazer isso de forma leve, prática e muito mais eficaz.
Substitua o comportamento por isso:
1. Troque a ameaça pelo combinado claro
Em vez de dizer: “Se fizer isso de novo, você vai ver!”, ela pode estabelecer combinados objetivos.
Exemplo: “Se não guardar os brinquedos, amanhã não vai brincar com eles”.
E cumprir isso com calma e firmeza, sem gritar. A criança aprende mais com consequência do que com ameaça.
2. Substitua o questionamento excessivo pela escuta ativa
Em vez de ficar perguntando “Por que você fez isso?” a todo momento (o que coloca a criança na defensiva), use:
“Me conta o que aconteceu”, ou “O que você pensou quando fez isso?”
Isso ajuda a criança a refletir, sem medo, e constrói conexão.
3. Troque o foco no erro pelo reforço do que ela acerta
Em vez de apontar só o que está errado, valorize os pequenos acertos.
“Gostei de ver você dividindo o brinquedo” ou “Obrigado por ter guardado o sapato”.
Isso motiva a criança a repetir o comportamento positivo.
O caminho não é ameaça, grito e cobrança o tempo todo. É clareza, consequência, escuta e reforço positivo.
E você não precisa começar essa mudança sozinha!
Conheça o Bem Kids
Enquanto você evita comportamentos tóxicos, a saúde mental e organismo do seu filho podem entrar em equilíbrio muito mais rápido.
Como?
Uma palavra: Bem Kids!
Um delicioso suplemento de maracujá, sem lactose, sem glúten e apesar do sabor docinho, 100% sem açúcar. Além de nutritivo, ele ajuda a equilibrar as emoções do seu filho, reduzindo ansiedade, agitação, nervosismo, impaciência e birras.
E tem mais!
Na compra de qualquer kit, você ganha FRETE GRÁTIS.
Grande beijo.
Michelle Bottrel
Sobre a Michelle
Neurocientista certificada no Canadá há mais de 14 anos, Michelle também é mãe do Nicholas e do Christian,especialista em educação infantil e membro do Instituto de saúde mental infantil canadense e instrutora de certificação com reconhecimento do MEC.
Nos últimos anos, Michelle Bottrel já ajudou mais de 22.954 mães e pais a criar filhos bem-sucedidos.